FUNDADO EM 05 DE OUTUBRO DE 1922

DIRETOR
ANTÓNIO MAGALHÃES

SUB DIRETOR
EDUARDO COSTA


12-5-2017,
> Passeio de dois dias permitiu aumento de conhecimentos
Centro Ciência Viva e Maciço Calcário visitados por alunos



Os alunos das turmas A e B do 11.º da Escola Ferreira de Castro ano visitaram o Centro de Ciência Viva de Estremoz, a Pedreira do Galinha, na Serra de Aire,  e as Grutas da Moeda, em S. Mamede, acompanhados pelos professores da disciplina de Biologia e Geologia, Manuel Alberto e Alexandra Esteves.

O grupo rumou ao Centro de Ciência Viva, em Estremoz, numa manhã enevoada, mas radiosa pelo objetivo que a todos animava: verificar, ‘in loco’, tudo aquilo que até então aprenderam na disciplina de Biologia e Geologia.

Munidos de capacetes, os alunos conheceram a pedreira de extração de mármore ainda em laboração, bem como os processos associados à génese das litologias existentes no Anticlinal de Estremoz, relacionando-os com a evolução de Portugal, desde o Paleozóico até à atualidade.

De volta ao Centro Ciência Viva, o grupo ficou maravilhado com a surpresa que os esperava: seria o próprio professor Rui Dias, coordenador do Centro e Professor na Universidade de Évora, que iria orientar a atividade no ‘Observatório das Ciências da Terra Professor Mariano Gago’. Todos puderam observar de uma forma inédita e diferente, numa enorme esfera a 3 D, o planeta Terra, com todas as transformações que ocorreram desde a sua formação até aos dias de hoje.

Não faltou também a observação do céu noturno com a orientação do investigador Francisco do Centro de Geofísica de Évora. O grupo pôde observar ao telescópio, estrelas gémeas, a Lua, Júpiter, entre outros.

No dia seguinte, os jovens partiram rumo a noroeste, até ao Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurio, na Serra de Aire, tendo assim, em apenas um dia, percorrido mais de 300 M.a da História da Terra, até há 175 M.a atrás. O clima era quente e húmido e a vegetação exuberante. O testemunho da passagem dos dinossáurios ficou marcado num dos muitos estratos de calcário, até há pouco explorados na Pedreira da Galinha.

De tarde foi a vez da visita à Gruta da Moeda. Ao percorrerem uma extensão de 350 metros e uma profundidade de apenas 45 metros abaixo da cota de entrada, os alunos aperceberam-se da sua beleza, com galerias repletas de inúmeras formações calcárias. No Centro de Interpretação Científico-Ambiental puderam descobrir como se formou a gruta e como esta interage com a biodiversidade local, entender qual a importância do calcário nessa região e como influencia o modo de vida das pessoas. Foram  realizadas experiências que exemplificaram de forma simples as várias etapas de formação do Maciço e da Gruta. Puderam ainda admirar uma magnífica e única exposição de minerais e fósseis de Portugal e de muitos outros países. Cansados, mas felizes, e muito mais ricos do ponto de vista geológico, ao final do dia, fizeram a viagem de regresso a casa.


 




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