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DIRETR
EDUARDO COSTA


1-3-2016,
> Hermínio Loureiro é mandatário de Salvador Malheiro
“Aceitei o convite e nem hesitei um segundo”

A convicção de que os propósitos com que Salvador Malheiro está na corrida à liderança da Comissão Política (CP) Distrital de Aveiro do PSD vão ao encontro da “nova forma de fazer política” que deve ser praticada foi uma das razões que levou Hermínio Loureiro a aceitar ser seu mandatário.


O presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis era já um apoiante assumido de Salvador Malheiro, mas na passada quinta-feira, em S. João da Madeira, foi anunciado como mandatário

“É um projeto diferente, agregador e pacificador que visa valorizar a social-democracia no distrito. E é este o projeto que vai vencer, porque é aquele de que o PSD precisa neste momento”. Palavras do próprio Hermínio Loureiro - conforme nota de imprensa que nos foi remetida -, que na sessão de esclarecimento que juntou militantes de S. João da Madeira, Oliveira de Azeméis e Albergaria-a-Velha, esteve sentado ao lado do cabeça de lista para confirmar a notícia.

“Aceitei o convite e nem hesitei um segundo”, revelou, evocando os precedentes de um autarca que soube resgatar aos socialistas uma Câmara num concelho (Ovar) “onde é difícil ganhar eleições”.

Hermínio Loureiro mostrou identificar-se com a fórmula de exercer serviço público por via da “proximidade”. E essa é uma valia que Malheiro tem evidenciado na prática, enquanto presidente da Câmara Municipal de Ovar. “As pessoas devem ter acesso a quem tem responsabilidades políticas”, vincou, para estabelecer o paralelismo: “O centro de decisão do PSD de Aveiro deve estar em Aveiro, e não em Lisboa”.

Uma referência que mais tarde Salvador Malheiro viria a alinhavar: “A Distrital tem estado demasiado virada para as questões da Assembleia da República mas, connosco, não se vai confundir com o grupo parlamentar de Aveiro em S. Bento”.

Perante um auditório do Museu da Chapelaria repleto de militantes, o mandatário negou-se a alinhar pelo tom de campanha da outra lista candidata. Apenas se mostrou “chocado” com o que se tem dito de António Topa, que está no elenco de Malheiro para presidir à Mesa Distrital. Mas não se aprofundou em detalhes, porque partilha da forma de estar na política do candidato à presidência da CP Distrital: “Salvador Malheiro é um ‘fazedor’ que gosta de valorizar, em vez de realçar os aspetos negativos”.

E foi neste contexto que lhe lançou o apelo: “Enquanto há uns que passam o tempo a falar de si e da sua lista, continue a falar do seu partido e do seu projeto para o PSD”. E por saber que “a poucos dias das eleições, o desespero apodera-se de algumas pessoas”, pediu que Malheiro siga na direção oposta e “resista a provocações e a fazer comentários depreciativos”.


“Eu digo ao que venho”

Na sessão de esclarecimento, Salvador Malheiro frisou que não vai a eleições contra ninguém e fez questão de salientar que “eu digo ao que venho”. Na algibeira, o panfleto enunciando as 21 medidas que tem delineadas para a Distrital – um formato a lembrar os anos 70, enquadramento que tem dado a todas as sessões de esclarecimento com militantes que já efetuou.

Trata-se de uma evocação simbólica que vai ao encontro do caminho que quer para o ‘seu’ PSD, que nos dias de hoje precisa de ir beber inspiração ao ideário instituído pelo PPD de Sá Carneiro. Que é, disse, “a verdadeira social-democracia”, assente nas causas sociais e na educação.

De entre as medidas apresentadas realça-se ainda a sua preocupação com os territórios de baixa densidade populacional. Nesse âmbito, propõe a criação de sub-regiões no distrito, com uma dimensão média de cerca de 100.000 eleitores, para as quais serão constituídas equipas multidisciplinares que, apostando na proximidade, serão responsáveis pela preparação das autárquicas de 2017, em perfeita articulação com a distrital e as respetivas comissões políticas de secção.

E atendendo a que a próxima Distrital será responsável pelo processo das eleições para o poder local em 2017, “faz sentido que seja um autarca a liderá-la. É preciso alguém que esteja no distrito os 7 dias da semana e não alguém que passa a maior parte do tempo em Lisboa”.


 




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