FUNDADO EM 05 DE OUTUBRO DE 1922

DIRETOR
ANTÓNIO MAGALHÃES

SUB DIRETOR
EDUARDO COSTA


11-4-2017, S. TIAGO DE RIBA-UL
> Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Riba-Ul nasceu em 1996
“Quando ajudamos recebemos muito em troca”

A laborar desde 1996, o Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Riba-Ul continua a formar jovens na arte do escutismo. Com cerca de 40 elementos, a coletividade promove o companheirismo e a partilha através de atividades que têm como denominador comum o contacto com a natureza.


Filipa Gomes

A celebrar 21 anos de atividade este ano, o Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Riba-Ul assume-se como uma verdadeira escola de valores. Adriano Pinto, chefe do agrupamento, abraçou o projeto de alma e coração em 2003, apesar de nunca ter sido escuteiro. “Aterrei em Oliveira de Azeméis quando casei e comecei a colaborar com os escuteiros. Repararam que tinha algum jeito e desde aí que tenho estado por cá”, conta.

Noutros tempos, o agrupamento chegou a ter 70 elementos e conta agora com 40. Mais difícil do que atrair jovens é encontrar adultos que se comprometam a colaborar com a coletividade, salienta o dirigente. “Debatemo-nos com um problema que quase todos os agrupamentos têm. É difícil arranjar adultos disponíveis para todos os sábados e em alguns fins de semana estarem com os miúdos. É tudo um trabalho voluntário, quem está nas associações tem que dispender sempre de muito tempo”, considera Adriano Pinto.


Trabalho de equipa valorizado nos escuteiros

Nos escuteiros de Santiago de Riba-Ul, os acampamentos são uma rotina e incentivam, acima de tudo, o trabalho de equipa. “Todas as nossas atividades são feitas através do jogo e os miúdos vão aprendendo valores e privilegiando a vida na natureza. É importante que os jovens convivam e partilhem experiências, numa altura em que parecem tão embrenhados com as novas tecnologias que acabam por ter pouco contacto com as pessoas”, realça.

Em 2013, o Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Riba-Ul mudou-se para novas instalações, no espaço das antigas captações de água. A nova casa necessitou de requalificações e os escuteiros puseram mãos à obra para limpar a vegetação densa e tapar alguns buracos, mas há ainda muito a fazer. “O próximo passo é fazermos obras no teto porque em dias de chuva chove lá dentro”, avança Adriano Pinto, uma obra que avança a passo lento devido aos custos que acarreta.

A experiência que tem a formar jovens para a arte do escutismo permite ao dirigente afirmar que o fazer parte do agrupamento é uma experiência que deixa marcas para a vida. A necessitar de novos membros, Adriano Pinto pede o envolvimento da população de Santiago de Riba-Ul na formação de crianças e jovens: “Quando ajudamos os outros recebemos muito em troca, portanto era importante que o povo de Santiago disponibilizasse algum do seu tempo. É um investimento que vale a pena e que se transporta para outros aspetos das nossas vidas”, sublinha. 


 




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