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8-8-2017,
Exclusivo > Gravação encaminha clientes para os serviços municipais
EDP ACUSADA DE IGNORAR PEDIDOS DE ASSISTÊNCIA

Dificuldades em contactar os serviços da EDP têm causado alguma revolta, tendo chegado ao Correio de Azeméis relatos que dão conta de constrangimentos sempre que é necessário efetuar pedidos de assistência técnica.


Diana Cohen

Uma parte da Praça Comendador Fernando Pinho Teixeira, em Carregosa, está sem iluminação há cerca de dois meses e o presidente da Junta de Freguesia tem insistido, junto da empresa distribuidora de energia, para que proceda à substituição das lâmpadas. Mas os seus esforços têm-se revelado infrutíferos.

“São quatro lâmpadas que estão avariadas, o que já faz toda a diferença”, refere António Aguiar, lamentando que os seus pedidos tenham sido ignorados. “Ninguém me responde nem vem fazer a substituição. Se forem os particulares a ligar, passados uns dias eles vêm substituir, mas se for a junta a pedir não ligam nada”, conclui o autarca de Carregosa.

Já em Palmaz, mais precisamente, no lugar de Ferreiros, uma zona rodeada de floresta esteve também durante alguns dias sem iluminação, devido à avaria de lâmpadas. Tendo em conta que “a população estava com medo de lá passar por causa da escuridão”, Carlos Flores contactou a EDP através de um número disponível 24 horas por dia, próprio para o efeito, e o que ouviu do outro lado da linha deixou-o estupefacto. “A gravação encaminhou-me para os serviços municipais e isso deixou-me indignado, porque achei que isso não fazia sentido nenhum. É uma vergonha uma empresa privada dizer que deve ser uma entidade pública a resolver a situação”, criticou.

Entretanto, pelo menos em Palmaz, as lâmpadas já foram substituídas, mas a dificuldade em conseguir entrar em contacto e em expor os problemas a um telefonista deixou Carlos Flores revoltado. “As pessoas não conseguem falar com ninguém, é tudo gravações”, afirmou o arquiteto, que relaciona estas “falhas” com a privatização da empresa. “Empresas com estatuto público nunca deveriam ter sido privatizadas porque deixam o cidadão dependente destas situações”, considerou.

O Correio de Azeméis tentou entrar em contacto por diversas vezes com a EDP, mas não obteve sucesso.


 




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