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DIRETR
EDUARDO COSTA


4-12-2017,
Exclusivo> Palmaz: Bea Vilhena aprendeu a cantar e a tocar sozinha
“A música é um refúgio”

Com apenas 17 anos, Bea Vilhena personifica a paixão pela música. Aprendeu a tocar guitarra há seis anos e canta há dois, mas o carinho que nutre por este mundo vem desde pequena e foi-lhe passado pelo pai, Alfredo Santos, um companheiro inseparável no seu percurso artístico.


Filipa Gomes

“O bichinho da música vem do meu pai”, começa por contar a jovem de Palmaz, que cedo percebeu que tinha jeito para estar em cima do palco. “Desde que me lembro que andava a cantar por todo o lado”, revela, mas foi apenas na primeira audição na Riluc, há dois anos, que cantou pela primeira vez para uma plateia, que ficou rendida à sua voz. “Nunca tinha cantado em público e fiquei mesmo: Uau é isto que eu quero. Ficaram surpreendidos mas acho que fiquei mais surpreendida do que eles”, recorda a jovem, que aprendeu a tocar e a cantar sozinha. “Não tenho formação nenhuma de música, não sei ler pautas, não sei escrever, tudo o que tiro é de ouvido, de pesquisar músicas e acordes na internet”, explica.
Desde a audição até agora, Bea Vilhena tem pisado vários palcos, tanto dentro como fora das fronteiras do concelho. Além de atuar a solo, a artista faz também parte da banda ‘Timeless Sound’, composta por Cláudio e Hélder Castro, um grupo que presta tributo aos sons do jazz e do rock.  “Já passámos pelos Percursos Sonoros, pela Vadia Brew Pub, por Famalicão… Tentamos que não seja uma banda de garagem, que seja o mais séria possível”, explica a jovem de Palmaz, que acima de tudo sente que é importante partilhar o seu talento com Oliveira de Azeméis. “Gosto de estar muito envolvida na comunidade, em tudo o que Oliveira de Azeméis faz, para poder puxar este concelho para cima”, aponta Bea, que é presença assídua em eventos promovidos por coletividades de Terras de La Salette.
A música fará sempre parte da vida de Bea Vilhena, mas o plano A na sua vida está bem definido. “Quero estudar Gestão em Lisboa, os meus pais são os dois economistas e não quis fugir à regra”, afirma, explicando que pretende especializar-se em gestão de eventos para conciliar com a música. Atualmente está a concluir o ensino secundário na Escola Básica e Secundária Soares Bastos, onde por vezes também atua.
Mas afinal o que significa a música para Bea Vilhena? “A música é um estado de espírito, quando estamos mais stressados, quando temos problemas, a música resolve tudo aquilo que não conseguimos expressar em palavras ou em gestos. A música é um refúgio”, reflete Bea Vilhena, que deixa um conselho a jovens que querem seguir esta paixão: “Para todos aqueles que querem fazer da música um hobbie, uma coisa boa, não desistam, tenham sempre um objetivo, uma meta e trabalhem para conseguir lá chegar”.

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Companheiros inseparáveis

O pai, Alfredo Santos, é um companheiro inseparável nos espetáculos de Bea Vilhena, que contam sempre com a mãe na plateia. “O meu pai anda sempre comigo de um lado para o outro, sem ele não fazia nem metade”, confessa. No horizonte desta jovem artista, que arranja ainda tempo para praticar karaté, ir ao ginásio e frequentar o Instituto de Línguas, está o lançamento de um EP, já em meados do próximo ano. “A banda tem corrido bem, estamos a tentar gravar um EP, mas vai demorar um bocadinho, é sempre um processo demorado”, reconhece a jovem, que alimenta, como qualquer artista, um sonho num patamar mais elevado. “Ir tocar a Londres ao Royal Music City é o meu objetivo”, confessa, sem reservas.

 




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