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DIRETOR
EDUARDO COSTA


15-1-2018,
> Tutela tem de ser pressionada para alavancar requalificação da linha do vouga
“Perdemos demasiado tempo a fazer estudos”

Joaquim Jorge defendeu na Assembleia Municipal que se perde muito tempo e dinheiro na realização de estudos para a reabilitação da Linha do Vouga e que urge pressionar a tutela para alavancar processo de requalificação da ferroviária.


Filipa Gomes

Questionado pelo deputado Filipe Carvalho (PSD) sobre em que situação se encontra a requalificação da Linha do Vouga e sobre o título Andante, o presidente da Câmara, Joaquim Jorge, referiu que a reabilitação da linha ferroviária “é fundamental”. “É um assunto que está em cima da mesa mas que não terá a mesma importância para outros municípios que integram a Área Metropolitana do Porto”, diagnosticou o autarca, que considerou premente avançar com a requalificação para assegurar condições de mobilidade para as populações que utilizam a Linha do Vouga. “Perdemos demasiado tempo a fazer estudos e gastamos fortunas”, lamentou Joaquim Jorge, reforçando que é crucial “pressionar a tutela” para a urgência desta obra, que muito contribuirá “para a afirmação do território”, dando o exemplo da linha ferroviária de Guimarães, que se encontrava em estado de degradação avançado e que entretanto conseguiu os fundos necessários para a sua reabilitação. “O andante só fará sentido com esta requalificação”, adiantou ainda o autarca. O assunto da Linha do Vouga continua na agenda dos oliveirenses, que se têm manifestado contra o estado de degradação da ferrovia, apontando ainda atrasos dos comboios, supressão de linhas e a vandalização das estações.
Na última AM do ano, a dissolução do protocolo entre a Cerciaz e o município voltou a estar em discussão. O deputado Bruno Costa (PS) ressalvou o trabalho levado a cabo por esta instituição e inquiriu o presidente do município sobre os motivos que levaram à cessação do protocolo, se existiam outros protocolos e que diligências estavam a ser tomadas. “Todos os protocolos entre a autarquia e outras entidades devem cumprir estritamente a lei e não colocar em risco o bom nome das instituições”, começou por referir Joaquim Jorge, apontando que o município não hesitará em tomar medidas para “cumprir escrupulosamente a lei”. “Num quadro de responsabilidade vamos encontrar solução que nos mereça todo o respeito e consideração”, afirmou. O edil sublinhou ainda que nunca virará as costas às instituições, afirmando que será realizado um protocolo onde esteja contemplado o “princípio de proporcionalidade”. Fernando Pais (PSD) defendeu que as razões apresentadas pelo executivo para a cessação do protocolo não são válidas e questionou qual o impasse legal que desencadeou o término. “Durante dez anos receberam aquele apoio e se há alguma ilegalidade, é uma ilegalidade que se dilui no decurso do tempo”, disse, considerando que o executivo poderia ter mantido o protocolo e encontrado outra solução. Joaquim Jorge afirmou que “não se trata de diluir algo no tempo, trata-se de sanar de imediato algo que não está bem” e apontou que este protocolo não é caso único. “Não teremos instituições onde pagamos a uns e não a outros”, afirmou, sublinhando que será elaborado um regulamento de atribuição de apoios e subsídios que obedeça a “critérios transparentes, de equidade e que não levantem dúvidas entre instituições”.
Nuno Jesus (PS) denotou o reforço da iluminação LED no concelho, questionando o presidente sobre se já há desenvolvimentos  sobre a iluminação no nó do IC2 da cidade. Joaquim Jorge explicou que o município gasta por ano um milhão e 300 mil euros, uma despesa que é “obrigatório reduzir”. Assim, a autarquia está a proceder à substituição da iluminação, sendo que cerca de 15 por cento do concelho já usufrui desta iluminação.

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Posto da GNR de Cesar não pode ficar esquecido
A deputada Helga Correia (PSD) reivindicou para que o posto da GNR de Cesar não seja esquecido, recordando que apesar de a situação do posto em Cucujães já estar alavancada falta resolver a questão no outro posto. “Ambas são situações prementes e urgentes. Não temos oliveirenses de primeira e de segunda”, defendeu, afirmando que enquanto exercer funções nas Assembleias Municipal e da República irá pugnar por melhores condições em ambas os postos. Joaquim Jorge afirmou que ambos partilham “da mesma preocupação”, afirmando que se tratam de “dois dos piores postos da GNR do país”. “O posto de Cucujães está numa fase mais adiantada do que o de Cesar porque existe o compromisso da tutela na requalificação em Cucujães. Não vamos abandonar o posto de Cesar e logo que tenhamos a possibilidade iremos reunir com o ministro da Administração Interna para reclamar uma intervenção”, concluiu.

 




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