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EDUARDO COSTA


6-2-2018,
Fajões> Arguido cadastrado está a ser julgado na Feira
Procurador quer incendiário fechado em casa no verão

O alegado incendiário detido, em agosto de 2016, por suspeitas de ter ateado fogos na zona de Fajões, está a ser julgado no Tribunal de Santa Maria da Feira, onde Ministério Público (MP) pediu a sua condenação.


O julgamento teve início na passada terça-feira e ao longo do dia foram ouvidas todas as testemunhas e inclusive realizadas as alegações finais, com o procurador a defender que, caso o coletivo de juízes opte pela suspensão da pena a aplicar, deverá determinar que, durante os meses mais quentes, o arguido fique obrigado a permanecer na sua habitação, em Fajões, com vigilância eletrónica.
Já a defesa entende que Fernando, de 46 anos, deve ser absolvido, apontando para falta de provas, uma vez que ninguém o terá visto a atear os fogos.
O suspeito, que responde por três crimes de incêndio, negou as acusações perante o coletivo de juízes, apesar de vários bombeiros terem afirmado que o viram nas imediações de locais onde deflagraram fogos florestais.
A acusação do MP sustenta que o arguido ateava fogo a mato com recurso a isqueiro, destacando-se o incêndio de dia 25 de julho, que consumiu uma área de cinco hectares e justificou a intervenção de 14 corporações de bombeiros do distrito de Aveiro. Refere ainda que os fogos só não alastraram até residências próximas graças à rápida intervenção dos bombeiros.
Quando o suspeito foi detido, a Polícia Judiciária avançou que estava indiciado de 26 incêndios entre os meses de junho e julho daquele ano. O órgão de polícia criminal informou ainda que o arguido pertenceu à corporação de Fajões, informação que foi desmentida pela instituição. Na altura, o Correio de Azeméis apurou que o suspeito tem um curso de socorrista e já prestou apoio aos bombeiros, não existindo, contudo, nem naquela associação, nem na Liga dos Bombeiros Portugueses, qualquer registo de que tenha sido bombeiro. Contudo, no Tribunal da Feira, Fernando referiu que foi bombeiro na década de 1990, tendo sido expulso da corporação após ter sido condenado a três anos de prisão efetiva por um crime de incêndio florestal.
O homem, que chegou a estar em prisão preventiva, encontra-se agora sujeito às medidas de coação de apresentações periódicas à autoridade policial, obrigação de não adquirir, usar ou trazer consigo objetos que permitam ou facilitem a combustão e ainda sujeito a tratamento de desintoxicação alcoólica. A decisão do tribunal será hoje conhecida.

Diana Cohen


 




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