A memória presente no ‘Há Festa na Aldeia’

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Foto: https://hafestanaaldeia.pt

Painel de conversa proporcionado pela AzeméisTv/Fm

A valorização das tradições são das principais razões no ‘Há Festa na Aldeia’, desde os moleiros, os moinhos de água, a fabricação de pão e regueifa, até à moagem dos cereais.

Todas estas características e muitas mais, que a ADRITEM, principal organizadora do evento, tem como intuito de não deixar cair no esquecimento. Neste sentido, com a intenção de preservar essa mesma memória, a Azeméis TV/FM, organizou mais um painel de conversa, onde junto, Luísa Seixa, investigadora Laboratório de História do IHC da Universidade Nova de Lisboa; Manuel Alberto, presidente do Parque Temático Molinológico de Ul; Manuel Teorgas, um dos fundadores da empresa ‘Catelas e Teorgas’; António Costa, administrador da NovaArroz; José Queirós, presidente da Junta de Freguesia de Loureiro; e Francisco Silva, presidente da FAMOA, para falarem da memória do Parque Molinológico.

“Há uma mistura entre o ‘Há Festa na Aldeia’ e o programa ‘Memória para todos’, colaboro nesse programa desde 2015 e este projeto surge pelo desafio da ADRITEM e da ATA, em relação com este evento (...). Estamos a trabalhar nesta relação da memória desde 2014, noutros contextos e temas. Mas esta temática, sobretudo na relação com as aldeias, que são de conhecimento, que muitas vezes está presente no nosso dia a dia.”
Luísa Seixas, investigadora Laboratório de História do IHC da Universidade Nova de Lisboa

 

 

 

“Ul tem características especiais, por causa das suas imagens paisagísticas e pelas características do seu povo. Nos últimos cinco anos tive a oportunidade de perceber que o povo de Ul é tradicionalista, ciente do património que tem e material, e tem ido ao longo dos anos um percurso que marca de forma muito clara aquilo que é uma aldeia dentro do termos comunitários.”
Manuel Alberto, presidente do Parque Temático Molinológico de Ul

 

 

 

 

 

“Nós mantemos a relação dos moleiros, sem nós tinham acabado. A moagem de arroz continua em grande escala, mas a de farinhas sem nós já teriam acabado há muitos anos. Esta enorme festa faz-me lembrar a minha infância, tenho pena de ver o rio assim, porque aprendi a nadar aqui, e agora ninguém pode lá entrar.”
Manuel Teorgas, um dos fundadores da empresa ‘Catelas e Teorgas’

 

 

 

 

“Temos permanentemente visitas de escolas e etc, à empresa, e nós fazemos questão de os levar aos moinhos, para verem exatamente como é que o processo era feito no passado.”
António Costa, administrador da NovaArroz

 

 

 

 

 

“Na minha juventude este parque não era o Parque Molinológico que é hoje. Os acessos eram caminhos de terra batida de difícil acesso. O que fazíamos quando eramos mesmo crianças, vínhamos para aí brincar, vínhamos às pinhas, vínhamos tomar banho ao rio, havia essa liberdade e facilidade. [E hoje] É bom vermos toda esta gente à volta da mesa a confraternizar e a divertirem-se.”
José Queirós, presidente da Junta de Freguesia de Loureiro 

 

 

 

 

“Nós estamos aqui a falar de memória, portanto eu acho que é importante destacar aqui dois níveis de memória. Cada indivíduo tem a sua e a minha assenta no ano de 1999, ou seja, é o ano em que começo a criar memória deste espaço, há uma preocupação na altura do meio académico, da parte do arquiteto António Afonso de Deus, que é um dos pais deste projeto, na altura assumido pela câmara municipal. Aí eu comecei a ganhar consciência de uma realidade que desconhecia, esta importância do moinho de água 
Francisco Silva, presidente da FAMOA
 

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