“Falta de cuidado” com vendedores do mercado

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https://youtu.be/Ge-G6_EtYWc A solução provisória para o Mercado Municipal foi amplamente discutida no programa ‘Politicamente Correto’, uma vez que o parque subterrâneo do Intermarché acolherá os comerciantes enquanto decorrem as obras de requalificação. Com o PS a garantir que os comerciantes vão gostar do espaço provisório, o CDS e o PSD sublinharam o facto de os vendedores não terem sido ouvidos sobre esta decisão, uma vez que a função do executivo camarário passa, “sempre”, por ouvir as preocupações da população. Marta Cabral Para o PS, a obra do Mercado Municipal é “fundamental” para Oliveira de Azeméis. “Quando a autarquia está à procura de um espaço provisório, tem de ter um conjunto de requisitos, como sistemas de iluminação, esgotos, água e recolha de resíduos sólidos urbanos”, exemplificou o presidente da Comissão Política Concelhia do PS, Bruno Aragão. “Se os comerciantes entendem que não foram ouvidos ou não se sentem respeitados nesta mudança, quem sou eu para dizer que eles não têm razão”, considerou, realçando que a questão “será outra”: “Estamos a garantir um espaço [parque subterrâneo do Intermarché] onde eles se vão sentir bem. Acredito mesmo que sim”, acrescentou. Para o presidente da Comissão Política Concelhia do CDS-PP, a questão de os comerciantes “serem ouvidos ou não” é algo importante, pois acaba por ser um facto “irreversível”. “Se os vendedores se queixam de que não foram ouvidos, é verdade e deviam ter sido ouvidos. Os que têm cargos políticos têm de ouvir sempre as pessoas, quer gostem ou não”, afirmou Pinto Moreira. “O que está em causa não é o projeto da construção do mercado, mas sim a construção do Centro Coordenador de Transportes”, opinou. O PSD declarou que foi uma “precipitação” do presidente da Câmara Municipal “não ter consultado os comerciantes primeiro” antes da decisão da solução provisória. “Não é agradável terem sabido desta decisão pela comunicação social”, apontou José Campos. “Houve uma falta de cuidado da Câmara, pois é público que as obras estariam previstas para o início de junho”, comentou. Bruno Aragão salientou, ainda, que a autarquia oliveirense assegurará o transporte gratuito entre o atual mercado e o provisório. “Não tenho dúvidas de que as pessoas irão ficar satisfeitas com o novo espaço”, reforçou o político. Para Pinto Moreira, o facto de existir transporte gratuito poderá não alterar os hábitos dos clientes do Mercado Municipal. “Existe uma relação de fidelização entre os comerciantes, os clientes e o espaço. Vão acontecer muitas coisas, inclusive clientes novos, que anteriormente não iam ao mercado”, observou. José Campos voltou a criticar a escolha do local, uma vez que, na sua perspetiva, o ambiente envolvente do atual mercado “vai-se perder”. “Se se tivesse sido debatido os prós e os contras acerca do parque do Intermarché, provavelmente até acharíamos que seria a melhor opção; como não o foi é, por isso, um facto consumado”, explicou.

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